Ter um diploma já não é mais suficiente para conseguir uma boa colocação. Para ter sucesso no trabalho, é preciso desenvolver as habilidades comportamentais que farão a diferença na sua carreira.

 

Cada vez mais, as máquinas estão sendo aprimoradas para resolver problemas e executar tarefas operacionais. Isso significa, sim, que veremos robôs e equipamentos aptos ao desempenho de tarefas humanas. É o que faz as soft skills despontarem como essenciais para o profissional do futuro.

São aptidões que não podem ser automatizadas, ou mesmo aprendidas em manuais teóricos. Para se ter ideia da força das soft skills, um estudo da Delloite — referência mundial em serviços profissionais — mostrou que tais características serão responsáveis por dois terços de todas as ocupações até 2030.

Então, se você é um empreendedor ou quer estar na ponta do desenvolvimento profissional, não pode deixar de ler este artigo. Nós vamos lhe ajudar a entender as diferenças entre competências técnicas e as habilidades comportamentais, para garantir o sucesso do seu negócio ou carreira!

Os profissionais do futuro

Não pense que o profissional do futuro é aquele com roupas ultramodernas, carros que voam e computadores tridimensionais. Esse conceito é muito utilizado nos filmes de ficção. Na prática, o que vai importar mesmo é um olhar analítico e capacidade criativa.

Portanto, a ideia de investir somente na formação acadêmica está ultrapassada, uma vez que existem características necessárias para o mercado de trabalho que vão além de livros e capacitação. Uma evolução que marca novos caminhos para o desenvolvimento profissional, determinando os melhores posicionamentos de carreira e mercado.

E as pesquisas estão aí para confirmar. De acordo com um estudo encomendado pela Dell Technologies ao Institute For The Future (IFTF), cerca de 85% das profissões que estarão entre as mais procuradas, na próxima década, ainda nem existem.

Ou seja, não basta apenas dominar as tecnologias digitais. É preciso adquirir as chamadas habilidades do futuro para o sucesso no mercado. Vamos falar mais sobre isso!

Soft skills e hards skills bem equacionadas

Em primeiro lugar, vamos entender bem o que significam as soft skills, as grandes norteadoras desse universo laboral dos novos tempos. Trata-se de atributos mais difíceis de serem ensinados e mensurados, pois são as competências comportamentais, mentais, emocionais e sociais.

As pessoas com um bom nível de soft skills têm alta inteligência emocional, o que impacta diretamente na qualidade das relações interpessoais. Elas contam com facilidade de comunicação, sabem agir em situações de conflitos, têm boa percepção e intuição, além de serem colaborativas e positivas. Ou seja, falamos de uma abordagem mais focada no lado humano do profissional.

Tais qualidades surgem complementando as hard skills, relacionadas à capacidade técnica e, essas sim, facilmente testadas ou medidas. São os conhecimentos acadêmicos adquiridos, bem como boa escrita, inglês fluente ou domínio de um software.

Dentro de uma organização, muitas funções exigem esse saber profundo sobre certo tema. Porém, para colocar tudo isso em prática, são necessárias habilidades inter e intrapessoais.

Logo, podemos dizer que hard skills é o que você faz e soft skills é como você faz. Dessa forma, vemos que os modelos se complementam e garantem lideranças e times profissionais mais bem qualificados para a busca dos objetivos corporativos.

Habilidades para estar à frente

Agora que você já entendeu o conceito, vamos mostrar quais as 10 principais soft skills do futuro, de acordo com o relatório The Future of Jobs, produzido pelo Fórum Econômico Mundial. Vale muita a pena estar de olho nessas características muito valorizadas, em um mercado que sobe o nível de exigência:

  • Flexibilidade cognitiva: significa ter uma visão ampla para imaginar diversos caminhos até a solução de um problema. Essa habilidade é adquirida a partir de estímulos diferentes, como livros e programas sobre novos temas;
  • Negociação: é uma habilidade interpessoal muito importante dentro do mercado de trabalho, envolvendo processos internos, vendas e relacionamento com stakeholders;
  • Orientação para servir: o profissional deve conhecer bem o seu público, para que possa adaptar produtos e serviços à sua realidade. Exige um profundo estudo sobre o cliente e suas necessidades;
  • Julgamento e tomada de decisões: com o suporte da ampla geração de dados por máquinas e programas especializados, é preciso se preparar para a assertiva interpretação dos dados, com olhar crítico e prontidão para agir;
  • Inteligência emocional: ter empatia e saber se relacionar com outras pessoas é fundamental para conseguir se manter no mercado. Gerenciar os próprios sentimentos é crucial não só para líderes, gestores e empreendedores, como para qualquer integrante de equipes corporativas de sucesso;
  • Coordenação com os outros: profissionais que sabem trabalhar em grupo e acolhem a diversidade com respeito dificilmente são trocados por máquinas;
  • Gestão de pessoas: as pessoas ainda são o recurso mais valioso das empresas. E a habilidade em gerenciar um time de forma assertiva é fator de inteligência e competitividade;
  • Criatividade: um profissional criativo colabora com ideias inovadoras na resolução de problemas. É uma característica que somente o ser humano possui;
  • Pensamento crítico: requer raciocínio e lógica, além de uma mente aberta para as mudanças, assim como a flexibilidade cognitiva;
  • Resolução de problemas complexos: essa habilidade está intimamente ligada à anterior, pois para resolver problemas complexos, é preciso pensamento crítico.

E aí, está preparado?

Bom, você já deve ter notado que o mercado e o universo do trabalho não querem mais do mesmo. O que se busca são empresas e pessoas capazes de “pensar fora da caixa”, com muita criatividade, iniciativa, empatia, aptidão para negociar e se relacionar. Um conjunto de características que aponta para as soft skills do futuro.

É um cenário em que ganha protagonismo o desenvolvimento humano, visando aproveitar ao máximo as capacidades dos membros das equipes. Nesse sentido, palestras, cursos e workshops precisam fazer parte das estratégias de adaptação de organizações e profissionais aos novos tempos.

Afinal, seja você um empreendedor preocupado em manter seu negócio competitivo e operante, ou alguém que não perder oportunidades de carreira, não há como abrir mão de se potencializar no que diz respeito às habilidades humanas.

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