O mundo e o empreendedorismo feminino

 

Por que o empreendedorismo feminino é estrela na imprensa e nas reuniões de grandes empresas ? Com o propósito de mostrar a importância das mudanças que estão acontecendo, escrevo esse artigo.

Um estudo sobre a ocupação de cargos executivos para mulheres na Noruega revelou que a maioria das pessoas querem que seja criadas cotas para incluir mulheres na gestão das empresas. Os resultados foram 74% a favor dessas cotas. Por outro lado, estudos mostram que sofrem quando atingem uma certa idade no local de trabalho. Sofrem boicote e suas tarefas de trabalho também aumentam.

Na Alemanha, alguns anos atrás, criaram cotas de 30% tanto no privado quanto púbico. Logo, a economia do país cresceu mais de 20% abrindo caminho para elas.

Logo quando olhamos para os Estados Unidos, elas são mais de 47% dos negócios de todo o país.

Já no no México, 44% dos empregos são criados por empresas comandas por elas. Do mesmo modo, somente 16,6% das empreendedoras tem acesso á educação empreendedora.

 

Leia mais: O que precisa saber sobre ELAS empreendendo

 

Podemos ficar para trás

 

México há alguns anos era muito pior que nós em desenvolvimento. Hoje é um país muito parecido com o Brasil. Quando falamos em barreiras para o crescimento do empreendedorismo feminino e as mulheres no ambiente corporativo os problemas são parecidos.

Em primeiro lugar, as empresárias tem menos chance com acesso a capital e educação empreendedora. Tanto que, Brasil e méxico tem números parecidos quando falamos de índices de violência doméstica, feminicídio e sexismo.

O que fez, o México, mudar os números em poucos anos ? Seja bom ou não para eles, a economia mexicana está diretamente ligada a economia dos Estados Unidos. Assim como acontecem com muitas empresas com a matriz em países de sucesso, a ordem é romper com a velha cultura.

Já que a economia do futuro não permite uma cultura que deixa metade das pessoas do planeta sem poder de consumo. Com o propósito de gerar riqueza ao mundo.

Logo o Estados Unidos, ‘encorajou” o México abrir espaço para as mulheres empreendedoras.  Assim, em poucos anos, eles estão com a economia semelhante a nossa. Inclusive continuam com problemas maiores que os nossos na quebra de cultura.

Diante disso, há urgência de mudança. E o Brasil continua na discussão guerra dos sexos.

Veja o estudo que o IAPRENDI fez sobre as mudnaças que Elas estáo trazendo ao mercado brasileiro.  Com essas informações pode abrir oportunidades para seu negócio ou sua carreira.

 

O estigma

 

Mudar a forma de pensar entre milhares de pessoas num país que mais parece um continente não é fácil. Porém, precisamos de mais aberturas para elas no país. Por isso, é preciso reformar a educação, a riqueza, a família e a situação de trabalho.

Esses não são projetos que levam apenas meses para serem concluídos; ao contrário, precisam de sequencias entre os governos. De forma abrangente e flexível a enfrentar o desafio nos próximos anos.

Em outras palavras, existem várias maneiras de começar a pensar em reformar os fatores para mulheres empresárias. Como nosso programa de mentoria e acompanhamento do desenvolvimento delas como empreendedoras. Investimos nelas com nossoas bolsas gratuitas.

Por outro lado, os deveres com a casa e a familia ainda não são compartilhados Sem dúvida, olhar para as mulheres empreendedoras, aumenta a prosperidade de uma nação. Sendo assim, os programas de educação e conscientização são componentes importantes para superar esses estigmas relacionados ao gênero.

Por exemplo, estudos mostram que homens também buscam liberdade para demostrar carinho aos filhos. Também querem liberdade para buscar um filho na escola sem a empresa criticar sua conduta ao sair no horário que é devido.

 

Inclusão financeira

 

Em primeiro lugar, o governo deve abrir espaço ao empoderamento econômico feminino. Elas devem ter as chances de pegar um emprestimo na mesma quantidade que um homem. A medição deve ser pelos resultados e não pelo gênero. Com isso, as taxas devem ser as mesmas e não maiores.

Diante disso, o IAPRENDI investe na  educação financeira ds mulheres. O Banco Mundial, afirma que menos de 10% das mulheres nos países em desenvolvimento possuem conta bancária. Elas precisam muitas das vezes do marido para conseguir abrir uma conta própria. O acesso a instituições financeiras é parte essencial de um negócio de sucesso.

Desta maneira é preciso entender é que o futuro cobra uma visão compartilhada entre homens e mulheres. Com isso, o Brasil, precisa dar ao empreendedorismo feminino as mesmas chances. Por outro lado, as mulheres excecutivas precisam ter seus salários atrelados aos resultados que entregam e não por tempo dentro da empresa. Criar espaço principalmente após licença-maternidade.

 

Estudo sobre o empreendedorismo feminino

Pâmela Ponce

Pâmela Ponce

CEO IAPRENDI

Pâmela Ponce, com sua gestão transformou o IAPRENDI na empresa mais importante do país que investe no sonho das mulheres empreendedoras com inovação. Atualmente contribui com o desenvolvimento delas investindo com programas de mentorias com bolsas 100% gratuitas.  Elas também exerce outros papéis importante na sociedade, sendo Diretora do Founder Institute e do Female Founder; Mentora no programa de startup do SEBRAE; Comitê Mulheres Acate, Associada OMBE; E investidora em mais de 20 startups. Escreve artigos para várias revistas do país e para programas de TV.